Gritos de fome em outro continente, abafa sorrisos dos mais ricos que continuam em silêncio.
Gritos de desespero e medo congela a alma de um ser que não teve escolha para existir.
O doce e o amargo caminham juntos nos últimos minutos de quem tem fome; por quem ainda luta para sobreviver e se manter em pé.
Do outro lado a felicidade é consumida na mesa do desperdício. No rosto lágrimas que acompanham uma fisionomia de fraqueza. A boca seca e os lábios cortados mostram que não tem nada para comer ou beber.
A desigualdade é aumentada e as correntes do destino continuam intactas por quem acredita no determinado.
Luis Carlos de Lima
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domingo, 8 de outubro de 2017
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